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BR-158 e seus impactos econômicos

A pavimentação e duplicação da BR-158 reorganiza fluxos de carga entre MT, PA e TO. Os ganhos diretos para o eixo Araguaia.

28 de maio de 2026 5 min de leiturapor Classe A Agro

A BR-158 corta o Mato Grosso de norte a sul ligando Vila Rica, Confresa, Ribeirão Cascalheira, Querência, Canarana, Água Boa, Nova Xavantina e Barra do Garças. É a espinha dorsal rodoviária do Araguaia.

Pavimentação concluída em trechos críticos e duplicações em planejamento começam a reduzir o tempo médio de escoamento da soja para os portos do Arco Norte e para Goiânia/Anápolis em 6 a 11 horas — economia direta no frete e na logística reversa de insumos.

Combinada com a FICO, a BR-158 transforma o Araguaia em um polo logístico de alta capilaridade. A previsibilidade do escoamento é o que destrava o capital de longo prazo na região.

Cidades servidas pela BR-158 já registram aumento na demanda imobiliária urbana e na atração de tradings, revendas de insumos e prestadoras de serviço técnico — sinais clássicos de um ciclo de adensamento econômico.

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